

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,6% no trimestre encerrado em maio de 2026, alcançando o menor patamar para o mês desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, iniciada em 2012. Os dados foram divulgados no mês de junho pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado representa estabilidade em relação ao trimestre encerrado em fevereiro deste ano (5,8%) e uma redução de 0,6 ponto percentual na comparação com o mesmo período de 2025, quando a taxa era de 6,2%.
Entre as diferentes formas de ocupação, o número de empregados do setor privado com carteira assinada permaneceu estável em 39,3 milhões de pessoas. Também não houve mudanças significativas entre os trabalhadores sem carteira assinada (13,4 milhões), os trabalhadores por conta própria (26 milhões) e os empregadores (4,2 milhões).
Por outro lado, o contingente de trabalhadores domésticos continuou em trajetória de retração. O grupo foi estimado em 5,4 milhões de pessoas e perdeu cerca de 328 mil postos de trabalho em relação ao mesmo trimestre do ano passado.
O número de empregados no setor público, incluindo servidores estatutários e militares, cresceu 3,6% no trimestre, alcançando 13,1 milhões de pessoas. Em relação ao mesmo período de 2025, o aumento foi de 2,8%, equivalente a cerca de 350 mil trabalhadores.